segunda-feira, 29 de maio de 2017

Voo 3529 40º ENCONTRO DA BA12




Manuel Pais
Esp.EABT
V.N.Gaia






PARABENS  aos organizadores do 40º Encontro BA 12 que tudo fizeram para proporcionar um dia de grande confraternização e amizade .
E para que se registe,alguns momentos,em anexo junto algumas fotos.














Com um abraço de Amizade
Manuel Pais


VOO 3528 - 40º. ENCONTRO DE ESPECIALISTAS DA BA-12






Mário Aguiar
Metralha

V. N. de Gaia



Boa tarde companheiros

Sábado lá nos fizemos à estrada, alguns ao ar porque vieram de avião, mas o objectivo final era o mesmo chegar a Vila Nova de Famalicão, para mais um encontro de Especialistas da Base Aérea nº. 12.

Objectivo atingido, primeiro no Museu da Guerra Colonial, onde fomos recebidos pelo Presidente do Museu, que nos informou do que os levou a criar o museu, bem como alguns episódios já passados, pelo que ele diz ser o desconhecimento da historia real da guerra colonial, vivida na primeira pessoa.

Como é norma do museu foi hasteada a bandeira nacional pelo nosso “brigadeiro”, com o respectivo hino de Portugal em fundo.

Seguiu-se a visita ao museu onde para espanto de alguns e muita comoção lá está um Allouette III, com quem vivemos na Guiné, seu nº. 9314.


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 Terminada esta visita retomamos a estrada em direcção ao nosso local de repasto de seu nome “Eugénios”, onde continuamos a festa.

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E pronto acabou, fomos todos para casa e pelo que sei todos chegaram em paz aos seus destinos, pelo que consideramos mais uma missão cumprida recheada de alguns contratempos, mas já está.

P.S.:- Estas montagens foram feitas com fotos do Manuel Pais e Mário Aguiar

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Voo 3527 O TRAGÉDIAS




João Carlos Silva
Esp.MMA
Sobreda da Caparica





Primavera de 1980, com o símbolo da especialidade a brilhar nos ombros e com o desejado e merecido diploma nas mãos, o jovem mecãnico de avião estava pronto para novo rumo na sua curta carreira.
Passado um ano na base escola, lá pelas longínquas terras da Ota, o "velhinho" Primeiro Cabo Especialista iria rumar à Base Aérea nº6, Montijo, na margem Sul do Rio Tejo que banhava a sua cidade, a sua Lisboa, onde nascera e sempre vivera. Ia voltar para casa, pensava.

Com o sentimento do dever cumprido por ter passado mais esta prova e ter alcançado mais um objectivo, o jovem especialista apressou-se a delinear o trajecto diário que se avizinhava. Acabaram-se as semanas inteiras fora de casa. A poucos metros de casa, na Rua de São Lázaro, o amarelo da carris em direção à baixa lisboeta, para poupar uns segundos, saída em andamento na curva da Rua dos Fanqueiros para o Terreiro do Paço e passo apressado em direção à Doca da Marinha, para a "velhinha" lancha que todos os dias, incansável, já desde o início dos anos 60, várias vezes ao dia ligava as duas margens, da Lisboa velha cidade à Base da Aviação, outrora da Aviação Naval, apenas com alguns precalços causados pelos dias de nevoeiro ou pelos traiçoeiros bancos de areia em dias de maré muito baixa.
Assim, o "velhinho" Primeiro Cabo Especialista chegou à lancha e, encontrado o caminho para o porão da proa, onde viajavam os Especialistas, lá em baixo, nas catacumbas, abraçou com amizade os camaradas que com ele tinham conseguido a desejada colocação na Base Aérea nº6 e, à vontade, por ali se sentaram nos confortáveis bancos de ripas de madeira, alinhados, em fila.
Com o aproximar da hora de saída da lancha começaram a chegar os verdadeiros velhinhos, os Especialistas com vários anos de Força Aérea Portuguesa, alguns com comissões no Ultramar, no tempo da Guerra, os VCC. O "Tragédias" encarou-nos e, com ar de espanto por aquele abuso de por ali estarmos sentados à vontade, de imediato nos indicou os bancos junto às escadas de acesso e nos pôs no nosso lugar. Com o optimismo próprio da juventude, dos 18 anos acabados de fazer, rapidamente se cumpriu a viagem de travessia do Tejo, atracando toda a comitiva no cais de entrada da Base Aérea nº6, em tempos, antes de 1953, Centro de Aviação Naval Sacadura Cabral.
Naquele local, repleto de história da aviação militar portuguesa, dirigimo-nos ao edifício do Comando para a devida apresentação. O jovem mecânico trazia a secreta esperança de ser colocado na Esquadra 501, dos imponentes C-130, e assim juntar-se ao seu amigo e vizinho que um ano antes tinha percorrido os mesmos caminhos. Todos, os cerca de 28 jovens mecânicos, alinhados, no Comando, cada um com o seu sonho, com o desejo de trabalhar no seu avião de eleição.
Apresenta-se o Primeiro Cabo Especialista... começam a ser feitas as colocações, o coração acelera um pouco. Tu, tu tens cara de FIAT, vais para os FIATs (*).
E assim se inciaria uma nova etapa na carreira do jovem mecânico, uma curta carreira, mas, com raízes que ainda hoje perduram.

(*) FIAT G-91 R/3, R/4, T/3 na Esquadra 301 Jaguares, com o lema "De Nada A Forte Gente Se Temia"


segunda-feira, 15 de maio de 2017

Voo 3526 (HISTÓRIA).. - Declaração de entrega de carga.









Miguel Pessoa
Cor.Pilav
Lisboa




Historia sobre uma entrega de carga muito "sui generis"…

Declaração de entrega de carga dos ex-governantes do Estado Novo 

 Documento  magnífico
  

No dia 26 de Abril de 1974, «foram entregues» no Funchal, pelo comandante do avião que as levou de Lisboa, as «seguintes entidades»:
Américo Tomás, Marcelo Caetano, Silva Cunha e Moreira Baptista.
O governador militar assina a aceitação  e o Chefe do Estado-maior /CTIM autentica.